TAXA DE JUROS DO ROTATIVO DE CARTÃO DE CRÉDITO CAI EM MAIO/2017

Prezados leitores, desde o dia 03 de abril,com as novas regras para o rotativo do cartão, os consumidores que não conseguem pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito só podem ficar no crédito rotativo por 30 dias. Ultrapassado o limite, os bancos são obrigados a transferir os débitos no rotativo para o crédito parcelado, que cobra taxas menores com entrada em vigor em 3 de abril de 2017. O Crédito rotativo é o crédito concedido quando não ocorre o pagamento integral da fatura até o vencimento. Ou seja, é a diferença entre o valor total da fatura e o valor efetivamente pago. A utilização do crédito rotativo sujeita o titular do cartão ao pagamento de juros.

 

Conforme pesquisa junto site do Banco Central,no período de 31/05/2017 a 06/06/2017 (abaixo), os juros do cartão recuaram. A taxa  mínima e a média da modalidade Pessoa Física – Cartão de Credito Rotativo, caíram para 10,01% ao mês e 13,08% ao mês,respectivamente. Sistematicamente, temos orientado os nossos leitores para o cuidado que devemos ter no controle dos gastos do cartão, sempre em harmonia com o orçamento familiar, buscando sempre pagar a fatura no vencimento.

 

Cartão de Crédito Rotativo – No segmento de pessoas físicas, a taxa mínima de juros no Cartão de Crédito é de 10,01% ao mes ( 214,19% ao ano), enquanto que a taxa média atingiu o patamar de 13,08% ao mes ( 337,15% ao mês)

 

Cartão de Crédito Parcelado – No segmento de pessoas físicas, a taxa mínima de juros no Cartão de crédito é de 5,15% ao mes ( 82,68% ao ano), enquanto que a taxa máxima atingiu o patamar de 8,35% ao mes ( 161,75% ao mês).

 

Evidentemente, o  melhor mesmo é pagar a fatura de forma integral e sem atraso. Para quem não tem dinheiro suficiente para isso, a melhor alternativa é obter um empréstimo com baixa taxa de juros, como Crédito Pessoal, por exemplo (taxas abaixo), e quitar a fatura.

 

Crédito Pessoal Não Consignado – No segmento de pessoas físicas, a taxa mínima de juros no Credito Pessoal não consignado é de 3,60% ao mes ( 52,92% ao ano), enquanto que a taxa máxima atingiu o patamar de 6,28% ao ano (107,57% ao ano)

 

Dica:  As taxas de juros acima podem variar de Banco para Banco. Ressalto ainda que, de acordo com o perfil e o grau de relacionamento do cliente com o Banco, a taxa mínima pode reduzir bastante. Procure o gerente de seu banco para maiores esclarecimentos sobre o tema aqui apresentado.

Hoje, uma das principais preocupações de muitas famílias brasileiras é a questão do alto endividamento. Assim, com objetivo de subsidiar os nossos leitores, seguem algumas Dicas para ficar livre de dívidas:

 

1 – Façam o Orçamento Familiar, anotando todos os gastos e também as receitas. Faça o Orçamento com a Família.Não deixe que o limite do cartão passe de 40% do seu salário mensal, assim evitando gastar mais do que se recebe. Lembre:se Para evitar descontrole financeiro,a soma das dívidas não deve ultrapassar 30% deste ganho.

 

2 – Definam quais são gastos que são essenciais e eliminem os gastos supérfluos. Controlem impulsos de compra.

3 – Fujam do Cheque Especial e do Cartão de Crédito.

4 – Renegociem as suas dividas – Eliminando (pague) sempre as primeiras dívidas com taxas de juros mais altas. Lembre-se: Se você assumiu parcelas fixas, tenha consciência de que está comprometendo o orçamento mensal dos próximos meses.

 

OBS: Os juros cobrados variam de banco para banco. Por isso é importante pesquisar quais são as taxas cobradas em cada instituição financeira.

 

O ideal mesmo é não ter dívidas, administrar seus gastos dentro do orçamento familiar, mas nos sabemos que nem sempre isto é possível

 

Fonte: Banco Central, Empresa Brasil de Comunicação S/A – EBC e Mercado

 

Mande sua pergunta/sugestão para o e-mail fontesevaldo@yahoo.com.br – Evaldo Fontes – Consultor de Finanças Pessoais e de Empresas – (032) 98802 6319 / 3251 6319